04.29.07
Saúde Alternativa É Direito de Todos
O Ministério da Saúde, instituiu em 2003 um grupo de trabalho para estudar a implantação no SUS de práticas integrativas e complementares, traduzindo, medicina “alternativa”. Este grupo elaborou propostas que se tornaram leis (Portarias Ministeriais nº 971 em 3 de maio de 2006 e nº 1600 em 17 de julho de 2006). Estas práticas que fazem parte da chamada PNPIC (Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS) são: HOMEOPATIA, MEDICINA TRADICIONAL CHINESA – ACUPUNTURA, MEDICINA ANTROPOSÓFICA, PLANTAS MEDICINAIS – FITOTERAPIA e CRENOTERAPIA – TERMALISMO (tratamento com águas medicinais).
Ótima notícia, não é?
A má notícia é que nas Portarias Ministeriais citadas não há referência a fontes de recursos (o dinheiro para pagar os profissionais) nem critérios para tirar do papel e tornar realidade. Ou seja, falta a Regulamentação da PNPIC.
Por isto, precisamos nos unir para defender a medicina “alternativa”, e um passo fácil e ao alcance de todos é assinar um abaixo-assinado que circula na internet no endereço http://www.semelhante.org.br/10_abaixoassinado_02_formulario_01_form.asp e encontra-se disponível em diversas farmácias homeopáticas, pedindo a Regulamentação Já. Participe, fale com seus familiares e amigos, divulgue o máximo possível. Vamos democratizar a saúde alternativa!
04.15.07
Medicamento é chamado de ‘tombotec’
Grávidas que vão parar no hospital após usar remédio dizem sempre que caíram da escada
Pâmela Oliveira
Rio – Com medo de procurar hospitais após um aborto provocado, muitas mulheres aumentam o risco a que já estão expostas quando fazem o procedimento em condições inseguras. Algumas preferem passar dias com fortes dores e sangramentos prolongados a ter que ir aos hospitais onde o “tombotec” — referência à explicação dada pela maioria que chega em busca de socorro, o tombo da escada — pode ser descoberto por médicos.
“Eles sabem quando o aborto é provocado. Uma amiga chegou com o feto morto preso e ficou esperando com dor até ser atendida. Quando acabou, o médico falou para ela tomar cuidado com o ‘tombotec’”, diz Vera, auxiliar de enfermagem que nunca fez aborto.
A vendedora ambulante N., que indicou o vendedor do Cytotec à equipe de reportagem no camelódromo da Uruguaiana, recomendou que um tombo da escada fosse dado como justificativa para fazer o aborto provocado parecer espontâneo.
“Eles sabem quando é aborto e quando não é. Mas fala ‘Ah! Caí da escada’”, aconselhou N. “Foi isso que eu inventei quando eu fiz. Depois de uma semana com o bicho morto dentro de mim, a cólica foi aumentando. Cheguei no médico e disse: ‘Aí, moço. Eu estou grávida. Caí da escada na semana passada’”.
Mãe de duas crianças, a manicure Teresa fez um aborto com uma ‘curiosa’, como são popularmente chamadas as aborteiras, e passou três dias com febre e hemorragia até buscar socorro. Mas seu medo era outro: ela tinha medo de que o médico conseguisse evitar a consumação do aborto.
“Nunca tinha feito um aborto, mas fiquei desesperada. Tudo o que me importava era que eu não podia ter mais um filho. Eu sabia que eu podia morrer, mas na hora não me preocupei com isso porque estava decidida. Ficava imaginando que o médico poderia dar uma injeção e anular o aborto”, conta Teresa, que teve sangramento por três dias seguidos devido a uma infecção causada por material que não foi eliminado após o aborto.
O risco de vida não é o único a que são expostas aquelas que buscam o aborto inseguro. “Dependendo da forma como é feito, a mulher pode perder ovários, útero, ter perfuração da bexiga e intestino e sofrer infecções muito graves”, afirma Maria José de Oliveira Araújo, coordenadora da área técnica da saúde da mulher do Ministério da Saúde, acrescentando que sondas, produtos químicos, talo de mamona, agulha de tricô e até arame são usados na tentativa de interromper a gravidez indesejada.
No Brasil, o aborto só é permitido quando a mulher é vítima de estupro ou está exposta a risco de vida. Mas todos os anos ocorrem cerca de 1 milhão de abortos espontâneos e inseguros no País, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Os inseguros, como são chamados os que são realizados de forma clandestina, representam 85% dos casos — em torno de 850 mil —, de acordo com o Ministério da Saúde.
O problema, apesar da subnotificação, é a quarta causa de mortalidade materna no País. Em 2005, foram registradas 149 mortes por aborto no Brasil. O Rio foi o estado com maior número de vítimas, com total de 18 óbitos, seguido por São Paulo (16), Espírito Santo (14) e Bahia (13). No ano anterior, foram 156 mortes em todo o País. O Rio foi o segundo colocado, com 16. Minas gerais teve 17 casos e a Bahia, 16.
Depoimentos: relatos de dor e desespero
<continuação da matéria do jornal O Dia>
Ana, 29 anos, dona-de-casa – “Fiz aborto no desespero, com uma mulher que fazia na casa dela. Ela abriu a vagina com um bico de pato. Ela deu uma injeção para furar a bolsa e tirar o líquido. E uma outra para colocar um remédio para abortar. Passei a noite fazendo força no banheiro porque o feto ficou preso. Não recomendo isso a ninguém. Eu podia ter morrido. Fiquei apavorada, com medo de ter que ir no hospital porque, quando os médicos descobrem que o aborto foi provocado, eles maltratam a mulher. A bolsa saiu inteira. O feto tinha o tamanho de um pulso. Não gosto de lembrar.”
Paula, 29 anos, vendedora – “Tirei numa senhora que aplicou duas injeções no útero e cobrava R$ 150 para fazer num quarto atrás da casa. Ela pingou éter no meu útero e queimou muito. E ela falava de forma grosseira: ‘Não grita, não. Fica quieta. Você tem que sair andando da casa’. Foi horrível. Doeu muito. Não teve anestesia. Quase desmaiei. Depois de uma semana tive que ir para o Miguel Couto. Fizeram uma ultra-sonografia e o feto estava morto. Colocaram um remédio vaginal e fiz o parto normal do feto morto. Passei noites sem dormir com a consciência pesada. Agora, minha dívida é com Deus.”
Teresa, 33 anos, manicure – “Fui numa mulher que tinha sido enfermeira. Ela colocou uma sonda, aplicou um líquido intravaginal e um talo de mamona. Ela não falou o que era o líquido e meu desespero era tão grande que não perguntei. Não queria saber o que era porque o que importava é que não podia ter mais um filho. Ela cobrava R$ 50 pelo aborto, mas paguei R$ 300 para fazer antes de todo mundo. Sabia que podia morrer, mas não me preocupei. No mesmo dia, de madrugada, comecei a ter fisgadas no útero, sangramento, e a passar mal. Perdi muito sangue.”
Camelô vende remédio abortivo
<Manchete hoje do jornal carioca O Dia. Este é um argumento importante a favor da legalização do aborto: as mulheres mais pobres têm feito abortos clandestinos e arriscando suas vidas, além de gerar gastos para o SUS. As mais ricas e remediadas, vão a clínicas particulares que todos sabem onde ficam, menos a polícia…>
Ambulantes comercializam Cytotec, medicamento para úlcera que leva à interrupção da gestação e é proibido
Pâmela Oliveira
Rio – Clara, 32, Maria, 30, Teresa*, 33. Elas não têm opinião formada sobre a legalização do aborto no País, tema que tem provocado calorosos debates. Mas as três viveram recentemente o drama da gravidez indesejada. Levadas pelo desespero, apelaram para soluções clandestinas e correram risco de vida.
Nas ruas do Rio, o Cytotec, remédio para úlcera que leva ao aborto e é proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é encontrado até com ambulantes. Com uma câmera escondida, equipe de O DIA adquiriu o medicamento no camelódromo da Rua Uruguaiana e combinou a compra do mesmo produto com outro camelô, na Rua do Passeio, também no Centro.
O preço do remédio, que provoca fortes contrações uterinas e é vendido em kits de quatro comprimidos, pode variar de R$ 120 a R$ 350 no mercado negro. A primeira pessoa abordada se dispôs a obter o Cytotec para a repórter, que disse procurar o abortivo para uma amiga. Em meio a CDs e jogos eletrônicos, no camelódromo da Rua Uruguaiana, N. não vendia Cytotec, mas admitiu já ter usado o abortivo. Ela apresentou L., que levou a repórter até D., vendedor que obteria o remédio desviado de uma farmácia, segundo ele.
O “negócio” foi combinado e, no dia seguinte, a embalagem com o medicamento foi entregue. “Ela vai sentir uma dor como se estivesse tendo um filho normal. Vai ter cólica e sentir empurrando para fora”, disse L., que, por ter intermediado a compra, ficou com parte dos R$ 124 pagos pelos quatro comprimidos.
Foi ao comprar remédio na rua e receber instruções de pessoas sem formação na área médica que Maria quase morreu, há seis meses. Seria uma vítima do Cytotec. “Passei a noite inteira com hemorragia. Foi infernal. Pensei que ia morrer porque o feto desceu, mas a placenta ficou. Desmaiei de manhã e fui levada para o hospital. O médico disse que meu estado era grave, fez uma transfusão de sangue e uma curetagem”, lembra.
Mãe de três filhos, Clara também usou Cytotec, há apenas uma semana: “Estou com hemorragia até hoje, mas tenho tomado chás para interromper e antiinflamatório. Tenho dor de cabeça e já tive febre, mas não podia sustentar mais uma criança. Uma colega comprou Cytotec para mim. Hoje é fácil achar quem venda”.
Histórias como as de Clara, Maria e Teresa não são raras. Ano passado, 17.389 mulheres foram internadas nos hospitais conveniados ao SUS no Rio para fazer curetagem, técnica necessária quando o organismo não expulsa o material resultante da gravidez interrompida. No País, foram 221.169 internações para curetagem no mesmo período, segundo o Ministério da Saúde.
Comunidade no Orkut
Participe da comunidade no Orkut voltada para a discussão e relato de experiências com métodos alternativos para preservar a saúde e tratar doenças. O endereço é: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=30764876
Seminário nacional discutirá a bicicleta na mobilidade urbana
>Além de não poluir, não aumentar o aquecimento global, emagrece, melhora a circulação, e, o melhor de tudo, não fica parado nos engarrafamentos…<
Pegue sua bicicleta, ou compre uma, e saia por aí, adquirindo saúde e não esquentando mais nosso planeta.

Coordenado pela Comissão de Bicicletas da ANTP, cujo presidente é o presidente da Associação Bike Brasil, Bill Presada, o evento será realizado nos dias 19 e 20 de abril de 2007, em Santos – São Paulo. Na ocasião será lançado mais um volume da série Cadernos Técnico –ANTB/BNDES, com o título Bicicletas nas Cidades Brasileiras
De acordo com o programa preliminar do evento, na manhã do primeiro dia, após a solenidade de instalação dos trabalhos, será desenvolvida a Sessão 1 – Uso da bicicleta no Brasil – situação atual e perspectivas, com os temas Infra-estrutura para bicicleta; Ação dos gestores municipais e A industria de bicicletas.
Na retomada dos trabalhos no período da tarde acontecerá Sessão 2 – Segurança para a circulação de bicicletas. Aqui serão apresentados e discutidos os temas Acidentes – Causas e Soluções; Qualidades e Certificação dos Equipamentos e Disciplinamento da Circulação de Bicicletas.
Na segunda metade da tarde, será desenvolvida a Sessão 3 – Infra-estrutura para bicicletas quando serão desenvolvidos os temas Implantação de Redes Cicloviárias; Ciclovias na Cidade de São Paulo e o tema Programa Bicicleta Brasil.
O lançamento do Caderno Técnico ANTP/BNDES intitulado Bicicletas nas cidades brasileiras, está previsto para as 18 horas.
Segundo dia – no início da manhã do segundo dia, será desenvolvida a Sessão 4 – Bicicleta e qualidade de vida onde serão desenvolvidos os temas Bicicleta e Saúde; Uso da Bicicleta e Modo de Vida, por Bill Presada, da Associação Bike Brasil, e Integração com outros modos de transporte.
Ainda na manhã do segundo dia, será desenvolvida a Sessão 5 – Bicicleta e o Terceiro Setor, com mediação de Marcelo Bretas. Os temas serão O papel do Terceiro Setor e Mobilizando para o Uso da Bicicleta.
Para o período da tarde do segundo dia foram programadas visitas técnicas aos sistemas cicloviários de Santos e Praia Grande.
Aberta discussão sobre o aborto
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, e o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, discutiram nesta quarta-feira a possibilidade de legalização do aborto. Os dois são favoráveis à medida. Segundo o ministro, a legalização possibilitaria a redução do número de mulheres mortas em abortos realizados em clínicas clandestinas.
Temporão reafirmou a intenção de realizar um plebiscito para que a população apresente sua opinião sobre o tema. “É uma questão polêmica que envolve aspectos morais, religiosos, psicológicos, mas diz respeito à política de saúde”, disse.
E você, o que pensa sobre este assunto?
04.05.07
Entrevista com o Homeopata que luta para implantar a vacina homeopática contra dengue
Homeopata prevê fim da dengue em 2 ou 3 anos
Personagem principal de uma batalha de poderes que colocou Estado e Município frente a decisões do Ministério Público na semana passada, o homeopata Renan Marino, criador do complexo homeopático para dengue, afirma, em entrevista exclusiva ao BOM DIA, estar satisfeito com a repercussão que seu medicamento teve em âmbito nacional. “Fico feliz porque sabia que no final o bem venceria”, afirmou. Mas a luta ainda não acabou.
Você criou uma briga na saúde pública. Como se sente? Culpado?
Renan Marino – De maneira nenhuma. Estou satisfeito com o rumo dos acontecimentos. Apesar de se tornar uma discussão de fundo político, toda essa história de homeopatia ser ou não confiável só aumentou minha responsabilidade de defender a população. O fato de a ação do Estado contra o município ter sido recusada só mostra que estamos certos.
Como você encara o fato de a homeopatia ser vista por muitos como uma farsa?
Marino – Eu entendo com isso que as pessoas não têm o mínimo conhecimento sobre homeopatia e que, antes de acusarem, deveriam estudar esse tipo de medicina.
Onde você acreditar estar o fator que faz a diferença?
Marino – Enquanto a alopatia trabalha com princípios contrários (anti-inflamatório, por exemplo), a homeopatia segue a teoria do princípio dos semelhantes, ou seja, tudo o que é capaz de causar sintomas em um homem saudável será capaz de curar um homem doente. A diferença está aí. Enquanto a alopatia faz estudos científicos, a homeopatia trabalha direto com o ser humano.
Alopatas exigem o estudo duplo cego randomizado do complexo. É viável?
Marino – É ridículo pedirem o estudo duplo e aprovações em congressos médicos quando se trata de uma epidemia. Esses procedimentos demoram 10 anos. Saber que um remédio pode controlar uma epidemia e esperar a realização de burocracias como essa é omissão, negligência e imprudência.
O Estado entrou com uma ação contra o uso do medicamento alegando a hipótese de risco. Isso realmente existe?
Marino- A diretora do Centro de Vigilância Sanitária do Estado, Maria Cristina Megid, é desinformada. É algo inaceitável tendo em vista o cargo que ela ocupa. Como ela pode dizer que 50 frascos de 50 ml do complexo representa produção em escala industrial? Não aceito que fale sobre o que não sabe. O complexo não pode causar efeito colateral.
Alopatas afirmam não existir saída para a epidemia se a população não acabar com os criadouros. E na homeopatia? Tem como acabar com a dengue?
Marino – Claro que existe saída. Enquanto a engenharia genética pode desenvolver uma técnica para controlar o vetor, a homeopatia pode elevar o nível de resposta do hospedeiro, que sairá de vítima e agirá contra o vírus. Abaixamos a taxa de transmissão de sete para dois dias. Assim o mosquito tem menos tempo de se contaminar e reduziremos os focos de dengue, que em dois ou três anos estarão isolados.
Cidade atinge epidemia esta semana
À beira de uma epidemia, postos de saúde de Rio Preto estão prestes a suspender exames de confirmação de dengue. Na sexta-feira, a Secretária de Saúde confirmou 950 casos na cidade.
A epidemia será consumada se o número ultrapassar os 1,1 mil registros. Na semana passada 83 novos casos positivos da doença foram registrados em Rio Preto. A média é de 11 registros por dia.
No mês passado o Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado suspendeu a realização de exames de sorologia em Mirassol, após a epidemia ser confirmada.
Enquanto fica atenta com os números, a secretária municipal aguarda decisão judicial sobre a tentativa do Estado de suspender o uso da homeopatia para o tratamento da dengue.
A Vigilância Sanitária Estadual recolheu o medicamento dos postos de saúde na semana passada. A justificativa é a hipótese de risco iminente à saúde pública, por não conhecer os efeitos do remédio homeopático e por não concordar com a forma de produção.
O município, que tem gestão plena, resistiu. A Vigilância Sanitária do Estado esteve na cidade, suspendeu as ações. O Estado também fez representação ao Ministério Público, indeferida.
Hemorio necessita de sangue
Hemorio faz alerta devido a estoques baixos de sangue
“Como doar
Há 03 principais tipos de doação :de sangue total, por aférese e doação autóloga.
Doação de Sangue Total: é a doação habitual, onde até 450 ml de sangue são coletados em uma bolsa produzida com materiais e soluções que permitem a preservação do sangue. Os homens podem doar de 2 em 2 meses, até 4 vezes ao ano e as mulheres podem doar de 3 em 3 meses até 3 vezes ao ano.
• COMO É FEITA UMA DOAÇÃO DE SANGUE TOTAL ?
1- Cadastro: O doador, portando um documento oficial com foto, é cadastrado e recebe um questionário para ser respondido. Esse questionário tem o objetivo de avaliar se há alguma situação ou doença que impeça a doação de sangue, portanto as respostas devem ser sinceras e qualquer dúvida deve ser esclarecida na próxima etapa – a triagem clínica.
2- Triagem clínica: O doador é entrevistado e examinado por profissional de saúde , em local que garanta a privacidade e o sigilo das informações. Esse profissional verifica as respostas do questionário e avalia pessoas com alto risco de transmitir doenças pelo sangue. O doador deve ser consciente de que as suas respostas são muito importantes para garantir a sua integridade física, bem como a de quem vai receber o seu sangue. A segurança do paciente que recebe transfusão começa com o doador.
3- Coleta de sangue: A coleta de sangue dura no máximo 10 minutos. Todo o material utilizado é estéril e descartável Não há risco de contrair doenças doando sangue.
4- Lanche – após a doação o doador recebe um lanche e informações sobre os cuidados básicos que devem ser tomados após a coleta do sangue.
• TODAS AS PESSOAS PODEM DOAR SANGUE ?
Há critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, que são determinados por Normas Técnicas do Ministério da Saúde, e visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue
• REQUISITOS BÁSICOS PARA DOAR SANGUE
- Portar documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho certificado de reservista ou carteira do conselho profissional)
- Estar bem de saúde
- Ter entre 18 e 65 anos
- Pesar no mínimo 50 Kg
- Não estar em jejum. Evitar apenas alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem a doação
- Não estar incluído em grupos com ocorrência freqüente de situações de risco para contaminação pelo HIV (fonte: www.aids.gov.br – prevenção) , tais como:
- Permanência em prisões;
- Usuários de drogas injetáveis;
- Profissionais do sexo;
- Homens que fizeram sexo com outro(s) homem(ns).”
• ALGUMAS SITUAÇÕES QUE IMPEDEM PROVISORIAMENTE A DOAÇÃO DE SANGE:
- Febre – acima de 37°C
- Gripe ou resfriado
- Gravidez
- Puerpério: impedimento de 90 dias após o parto normal e de 180 dias após a cesariana
- Uso de alguns medicamentos
- Anemia
- Cirurgias e prazos de impedimento:
- Extração dentária 72 horas
- Apendicite, hérnia, amigdalectomia, varizes: 3 meses.
- Colecistectomia, histerectomia, nefrectomia, redução de fraturas, politraumatismos sem seqüelas graves, tireoidectomia, colectomia: 6 meses.
- Ingestão de bebida alcoólica no dia da doação.
- Tatuagem: 01 ano sem doar
- Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina
- Transfusão de sangue: impedimento por 01 ano
- Ter tido parceiro sexual exposto a situação de risco para AIDS: impedimento por 10 anos
• ALGUMAS SITUAÇÕES QUE IMPEDEM DEFINITIVAMENTE A DOAÇÃO DE SANGUE:
- Hepatite B – soropositvo para o vírus da hepatite B (HbsAg e/ou anti-HBc)
- Hepatite C – soropositivo para o anti-HCV
- HIV- soropositivo para o anti-HIV
- Doença de Chagas
- Sífilis – soropositivo para marcadores da sífilis
- HTLV – soropositivo para HTLV I/II
- Alcoolismo crônico
Saiba mais sobre os critérios de doação pelo disque sangue ou na home page:
http://www.anvisa.gov.br/sangue/legis/resolucoes.htm – Resolução RDC 153 de 14/06/2004
O HEMORIO dispõe de folhetos para divulgação e esclarecimentos sobre doação de sangue, para obtê-los contacte doasangue@hemorio.rj.gov.br ou Tel: (21) 2299-9434
• O QUE É FEITO COM O SANGUE APÓS A DOAÇÃO?
1 -Fracionamento: A bolsa de sangue total é centrifugada e separada em 03 componentes:
Concentrado de hemácias
Concentrado de plaquetas
Plasma
2- Exames laboratoriais: são realizados exames para determinação do Grupo sanguíneo e para detecção de doenças transmissíveis pelo sangue.
3- Liberação da bolsa – após a realização dos exames laboratoriais, a bolsa de sangue é liberada para transfusão.
4- Transfusão – o sangue é utilizado principalmente nas grandes emergências (acidentes de trânsito, por armas, hemorragias agudas etc), nas cirurgias e em pacientes com doenças oncológicas e hematológicas.
O HEMORIO distribui sangue para mais de 100 hospitais públicos e conveniados com o SUS do Estado do Rio de Janeiro.”
Para maiores informações visite: http://www.hemorio.rj.gov.br

Nomeação: Elisabete Cunha
Encanto


