10.15.07
Homeopatia e Fibromialgia
A Homeopatia é uma das modalidades de tratamento mais eficazes no tratamento da Fibromialgia, e seu efeito é muito aumentado quando associada à Acupuntura. Na maioria dos casos de Fibromialgia há uma história de traumas e sofrimentos emocionais persistentes, e muitos autores consideram esta doença uma parte de uma doença maior, a Depressão. Assim, a Homeopatia agiria exatamente sobre a causa, que é a Depressão, reduzindo os sintomas e melhorando o humor, trazendo bem estar para o paciente. A Fitoterapia, tratamento com plantas medicinais, também tem mostrado eficácia, tendo algumas plantas atingido grande sucesso, como a erva-baleeira, embora precisem de mais estudos para comprovar sua eficácia.
08.02.07
Erva brasileira tem eficácia contra hipertensão comprovada em laboratório
Uma planta brasileira, usada popularmente contra várias doenças e como ingrediente de refrigerantes (Mineirinho e Mate Couro), pode ser eficaz contra hipertensão. Cientistas do Laboratório de Farmacologia Neuro-Cardiovascular do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) descobriram que o extrato do chapéu-de-couro (Echinodorus grandiflorus) é vasodilatador.
A pesquisa de etnofarmacologia (ciência que estuda o uso popular de plantas) começou há quatro anos e mostrou a ação farmacológica da planta, típica de lugares pantanosos e comum nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul. Na primeira fase, foi confirmado in vitro o efeito vasodilatador do extrato bruto da erva em artérias de coelhos. Essa comprovação levou os pesquisadores a analisar o poder vasodilatador da chapéu-de-couro no tratamento crônico de ratos hipertensos. Os cientistas constataram um efeito semelhante ao de medicamentos indicados contra a doença.
- O extrato teve ação anti-hipertensiva em animais, em laboratório. Usamos o extrato bruto, sem purificação. O próximo passo é fazer a avaliação toxicológica da chapéu-de-couro. Mas isso depende de novas pesquisas, que exigem investimento – diz o médico e farmacologista Eduardo Tibiriçá, chefe do Laboratório de Farmacologia Neuro-Cardiovascular do IOC.
07.23.07
Plantas Medicinais
Plantas Medicinais
(Moacyr Pezati Rigueiro)
Plantas medicinais são aquelas que podem ser usadas no tratamento ou na prevenção de doenças. Toda planta medicinal tem no mínimo um princípio ativo, que é a substância responsável pelo efeito curativo. É interessante notar que para o efeito medicinal existir, deve estar presente o princípio ativo, mas é também muito importante o que se chama de fitocomplexo. Fitocomplexo é o conjunto de todas as substâncias presentes na planta (vitaminas, sais minerais, resinas etc.), e que agem juntamente com o princípio ativo, melhorando o efeito. A explicação para essa melhora do efeito é que as demais substâncias podem facilitar a absorção e o aproveitamento do princípio ativo pelo organismo.
Por isso, no tratamento com plantas medicinais tudo deve ser feito para preservar ao máximo o fitocomplexo. Assim, algumas plantas não podem ser fervidas, outras só podem ser colhidas em algumas épocas do ano, de outras só se usam as flores e assim por diante, sempre de maneira a não se perder o fitocomplexo ou de aproveitá-lo da melhor forma possível.
É curioso saber que a palavra droga (sinônimo de remédio ou medicamento) quer dizer “erva seca” e daí o nome de drogaria; na verdade, muitos dos remédios tradicionais (alopáticos) são retirados de plantas.
Apesar do homem usar plantas medicinais desde milhares de anos antes de Cristo e muitas delas serem conhecidas no mundo todo, ainda há uma enorme quantidade de plantas sobre as quais a Medicina sabe muito pouco ou mesmo nada conhece; algumas são usadas por índios e camponeses e, futuramente, talvez o tratamento para muitas doenças hoje incuráveis venha dessas plantas.
Mas… as plantas podem realmente curar doenças?
Nenhum médico duvida que sim. Pois, apesar de todo o progresso da medicina, atualmente ainda uma série de medicamentos muito importantes são extraídos ou derivados de substâncias retiradas de plantas. Os exemplos são numerosos: a morfina, um dos mais poderosos remédios contra a dor, é extraída da papoula (Papaver somniferum; a atropina, muito usada contra cólicas, é retirada da beladona (Atropa
belladonna); a digitalina, que é um tônico para o coração, é encontrada na dedaleira (Digitalis purpurea); a aspirina, um derivado do ácido saliclico encontrado no salgueiro ou chorão (Salix babylonica). Até mesmo a penicilina, um dos antibióticos mais usados,
é produzida naturalmente por fungos do gênero penicillium; os fungos são primos dos vegetais como as plantas mais conhecidas e são representados pelos cogumelos, pelos vários tipos de mofos ou bolores e pelos levedos (fermentos) do pão e da cerveja, por exemplo. Alguns fungos podem causar doenças nas plantas, nos animais e no homem.
Qual é então a diferença entre o tratamento tradicional da Medicina (alopatia) e o tratamento com plantas?
A diferença é que a Medicina Alopática, depois de descobrir o princípio ativo de uma planta, extrai e purifica esse princípio ou até mesmo consegue passar a produzi-lo em laboratórios com técnicas cada vez mais sofisticadas, de modo que dispõe da droga pura, sabendo exatamente, por exemplo, quantos gramas do princípio ativo existem num comprimido ou numa medida de xarope. Estudando então esse princípio ativo em
laboratórios, em milhares de testes com animais, pode saber muito bem qual a dose ideal para o efeito desejado, se a droga tem alguma contra-indicação (que perigos pode apresentar), quais são os efeitos colaterais e mesmo qual a dose letal ou seja, a dose que pode causar a morte por envenenamento.
Com as plantas é mais difícil saber exatamente esses detalhes todos, pois ocorrem variações no teor do princípio ativo de acordo com a quantidade de sol, de água e de cuidados que a planta recebe. É comum no mesmo pomar, por exemplo, uma laranjeira dar laranjas maiores e mais doces que outra distante dela apenas alguns metros. Mas ser diferente não significa ser pior ou melhor…
04.29.07
Saúde Alternativa É Direito de Todos
O Ministério da Saúde, instituiu em 2003 um grupo de trabalho para estudar a implantação no SUS de práticas integrativas e complementares, traduzindo, medicina “alternativa”. Este grupo elaborou propostas que se tornaram leis (Portarias Ministeriais nº 971 em 3 de maio de 2006 e nº 1600 em 17 de julho de 2006). Estas práticas que fazem parte da chamada PNPIC (Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS) são: HOMEOPATIA, MEDICINA TRADICIONAL CHINESA – ACUPUNTURA, MEDICINA ANTROPOSÓFICA, PLANTAS MEDICINAIS – FITOTERAPIA e CRENOTERAPIA – TERMALISMO (tratamento com águas medicinais).
Ótima notícia, não é?
A má notícia é que nas Portarias Ministeriais citadas não há referência a fontes de recursos (o dinheiro para pagar os profissionais) nem critérios para tirar do papel e tornar realidade. Ou seja, falta a Regulamentação da PNPIC.
Por isto, precisamos nos unir para defender a medicina “alternativa”, e um passo fácil e ao alcance de todos é assinar um abaixo-assinado que circula na internet no endereço http://www.semelhante.org.br/10_abaixoassinado_02_formulario_01_form.asp e encontra-se disponível em diversas farmácias homeopáticas, pedindo a Regulamentação Já. Participe, fale com seus familiares e amigos, divulgue o máximo possível. Vamos democratizar a saúde alternativa!
03.20.07
Adote uma abordagem mais holística em relação à saúde
Cada vez mais pessoas buscam a Homeopatia e terapias alternativas para tratamento de doenças. Muitas vezes essa busca é o fim da linha, após ter tentado vários tratamentos convencionais. Para o leigo, a Homeopatia é apenas mais uma especialidade médica, mas algumas peculiaridades precisam ser consideradas, para que o tratamento não seja apenas um acréscimo à medicina convencional. Já no diagnóstico, a abordagem homeopática permite uma compreensão mais completa das prioridades para o tratamento, não considerando somente a doença e seus sintomas, mas também suas causas. No tratamento, além da medicação, é enfatizada a necessidade de que o paciente assuma a responsabilidade por sua saúde, já que nem só de remédios precisamos para curarmo-nos. Assim, é importantíssimo que o paciente mude seus hábitos de vida que sejam prejudiciais à sua própria saúde, como por exemplo, sedentarismo, dependências, relacionamentos esgarçados. Lembre-se sempre: a saúde é responsabilidade de cada um!
03.01.07
Brotos: Alimentação Viva
BROTOS
Benefícios
- Alguns têm alto teor de folato, outros são boas fontes de proteínas, vitamina C, vitaminas do complexo B e ferro.
Inconvenientes
- Os brotos de alfafa podem provocar crises em pacientes com lúpus.
Numerosas variedades de brotos são vendidas em lojas de produtos naturais, supermercados e bufês de saladas. Os restaurantes de comida oriental também oferecem muitos pratos que incluem brotos, inclusive de bambu. Poucos brotos, porém, fazem jus à fama de alimento saudável. Alguns são muito mais nutritivos do que outros. Por exemplo, uma xícara com brotos de feijão moyashi crus contém um terço da Quantidade de Ingestão Diária Recomendada de Folato e 22% de vitamina C.
Por outro lado, são necessárias cerca de cinco xícaras de brotos de alfafa para se obter a mesma quantidade de nutrientes.
Cuidado: A maioria dos brotos pode ser consumida crua. Uma exceção importante é o broto de soja, que contém uma toxina eliminada pelo cozimento. As pessoas que sofrem de LÚPUS devem evitar os brotos da alfafa de qualquer forma, pois podem desencadear os sintomas da doença.
01.27.07
Idosos adeptos de tratamentos alternativos
Luciana Ackermann - O Globo Online
Engana-se quem pensa que as pessoas com idade avançada
são resistentes aos tratamentos alternativos. Muitas
vezes os idosos são os primeiros a testar as novas técnicas.
A aposentada Maria de Lourdes Spinola Bento de Faria,
de 83 anos, é uma delas. Desde 1992, ela passa,
religiosamente, por sessões de acupuntura.
O reconhecimento do uso das agulhas como
especialidade médica pelo Conselho Federal de
Medicina aconteceu só depois de três anos. Até hoje,
a acupuntura ainda não é ensinada na maioria das
escolas médicas do País. Já a homeopatia,
certificada em 92, e também não consta em boa
parte das universidades. Foi com diagnóstico indicando a necessidade de operação de
hérnia de disco, que Maria de Lourdes decidiu arriscar e
aceitou a sugestão de uma de suas filhas para tentar a
acupuntura. Ela relembra que as dores eram muito intensas
e não passavam mesmo com o uso de analgésicos e
antiinflamatórios convencionais. "A dor era tanta
que eu não conseguia andar. Cheguei à clínica de acupuntura
carregada no colo. Incrível, mas depois da sessão saí
andando. Não com passos muito firmes, mas já com as
minhas pernas" - afirma Maria. Naquele período, as
aplicações eram diárias, com o tempo tornaram-se
mais espaçadas. A cirurgia acabou sendo adiada por
seis anos, porém foi inevitável. Mesmo tendo de
ser operada. “Não tenho dúvidas de que a acupuntura me
ajudou muito. Eu nunca mais tomei analgésicos e
antiinflamatórios. Não tenho dúvidas de que para mim a
acupuntura ajuda muito. Como sou muito ansiosa, sinto
que fico mais centrada e calma” - diz ela, que todas
as quintas-feiras recebe as agulhadas. Ela ainda
garante que mal sente as picadinhas. Depois de 14
anos sendo atendida pelo fisioterapeuta e
especialista em acupuntura, Fernando Fernandes,
da Daya Terapias Integradas, ela diz que já o
considera da família e costuma dizer que é
seu neto mais velho.
Fernandes destaca que os idosos foram os primeiros a
procurar a acupuntura porque ela é muito eficiente
no caso das dores crônicas, que são comuns à terceira
idade. Ao aplicar as agulhas, são liberadas
substâncias como a serotonina e a endorfina capazes
de aliviar a dor e gerar a sensação de prazer e bem-estar.
Segundo Fernandes, muitos idosos procuram-no
porque estão insatisfeitos com os resultados
de tratamentos alopáticos. Em geral, a acupuntura é vista
como o último recurso. Ele também informa que nos idosos
o efeito da aplicação das agulhas tende a demorar
mais que nos jovens. Mesmo assim, a partir do
tratamento, é comum ocorrer a redução no número de
medicamentos ingeridos pelos idosos.
01.26.07
Dos Druidas à Medicina Antroposófica
Fundamentado sobretudo na ciência alquímica e nas propriedades espirituais da natureza, o sistema de cura druídico emprestou ao homem moderno as bases da medicina antroposófica.
Por Sérgio Mortari
Há 20 séculos, até ser destruído pelos romanos, o povo celta habitava a região compreendida pela Grã- Bretanha e a Gália. Entre as suas classes sociais, a de maior prestígio era a dos druidas, sacerdotes com elevados conhecimentos religiosos, astronômicos, jurídicos, médicos, alquímicos e astrológicos. Como autoridades máximas, eles presidiam várias celebrações, que eram efetuadas no campo, em altares circulares feitos de pedras. Stonehenge, na Inglaterra, é o exemplo que restou desse tipo de monumento.
Adeptos da medicina natural, os druidas, na verdade, viam nas propriedades das plantas a maior fonte de tratamento e cura das doenças, físicas e espirituais. Ao mesmo tempo, levavam em consideração os princípios da alquimia e os efeitos do magnetismo humano e terrestre.
A medicina druídica baseava-se, sobretudo, na ciência da alquimia, que utiliza o conhecimento, a captação e a utilização de energias sutis do homem e da natureza para diagnosticar e tratar os males de seus pacientes, pois seus fundamentos estavam relacionados à visão do homem como um todo harmônico com a natureza.
Sob a ótica da medicina druídica, o homem manifesta suas atividades básicas através dos cinco domínios – físico, mental, astral, psíquico e causal – e dos sete sentidos – tato, paladar, visão, audição, olfato, percepção e intuição.
Tato e paladar são sentidos físicos, assim como a visão, o olfato e a audição, já que não ultrapassam o lado material das coisas. A percepção é um sentido superior muito importante para o uso da radiestesia, pois permite a captação e interpretação das emanações dos diversos corpos. A intuição, por sua vez, é o elo de ligação com outras dimensões, não acessadas pelos sentidos anteriores.
O sentido da visão também está relacionado com o domínio mental, possibilitando o exercício de sua inteligência através da aquisição e divulgação de conhecimentos úteis a todos.
A audição e o olfato também têm relação com o domínio astral, que está ligado às emoções e aos desejos e possibilita ao homem que, através do autoconhecimento, perceba a si e aos outros. Dessa forma, ele passa a respeitar mais os demais componentes da natureza.
Associada ao domínio psíquico, a percepção é a fonte de onde o homem recebe lampejos intuitivos, inspirações e revelações. Já o domínio causal relaciona-se com a consciência, que, em última análise, é o próprio livre- arbítrio.
Entre os rituais que os druidas realizavam ao longo do ano, havia um de muita relevância, que acontecia no sexto dia da Lua cheia: a colheita do visgo, uma planta rara, parasita do carvalho, que era considerada um remédio milagroso. Para preservar suas qualidades de planta sagrada e imortal, o visgo era colhido com uma foice de ouro, uma vez que se acreditava que o ferro poderia deturpar suas virtudes.
O carvalho, árvore de copa frondosa, grande altura e vida longa, cuja madeira é de excelente qualidade, era a árvore de maior representatividade simbólica para os druidas, pois estava associada à força moral, à lealdade, ao vigor. Além disso, era considerado a árvore do saber acumulado, que leva à perfeição física, moral e espiritual.
Os druidas conheciam o caráter espiritual das propriedades que o visgo adquiria ao parasitar o carvalho e sa-biam como isso poderia ser utilizado para uma melhor integração do homem com o universo. Consideravam que, sendo o visgo uma planta aérea, cujas sementes são transportadas pelo vento e pelos pássaros do céu, estava associada às diversas reencarnações pelas quais a alma passa. Sua atuação era efetiva sobre os cinco domínios, uma vez que o visgo simbolizava a sobrevivência da alma e, portanto, a capacidade de regeneração física.
Seguindo o mesmo raciocínio dos druidas sobre as propriedades espirituais das plantas e o desenvolvimento dos talentos humanos, vamos encontrar o trabalho de pesquisa que resultou nos ensinamentos da medicina antroposófica. Os estudos de Rudolf Steiner demonstram, por exemplo, o quanto o câncer é uma força desequilibradora da harmonia entre os corpos físico, etérico, astral e do Eu, e por isso antinatural, contra a natureza humana. O câncer é uma rebelião de células que pretendem, a partir de um organismo, criar um outro com vida independente, mas nutrindo-se de forma parasita do primeiro. Como o visgo consegue atingir e equilibrar a atuação dos quatro corpos, ele é indicado como tratamento complementar às terapias oncológicas.
Para que haja equilíbrio no corpo físico, a antroposofia recomenda:
• Manter uma disciplina alimentar, buscando ingerir alimentos naturais, como frutas, legumes e verduras.
• Evitar alimentos excitantes, como chás e café. Não ingerir enlatados, embutidos, refrigerantes, bebidas alcoólicas e preparados artificiais.
• Praticar a respiração dirigida, que é feita em lugares abertos, onde o contato direto com a natureza permite uma inspiração profunda de oxigênio, que trará consigo outras energias sutis.
• Ingerir água logo após o exercício de respiração, para que haja maior difusão das energias aspiradas no corpo.
• Fazer uma ginástica que utilize movimentos rítmicos e suaves, considerando-se as limitações naturais do corpo, como caminhar de forma moderada e praticar exercícios de relaxamento.
01.25.07
Abacaxi
Propriedades Nutricionais: O abacaxi é um alimento rico em vitamina C, betacaroteno (provitamina A), vitaminas do complexo B e minerais como potássio, manganês e cálcio. Além disso, também contém uma poderosa enzima, a bromelina, que segundo recentes pesquisas, pode ajudar na redução de inflamações de muitas causas e ajudar na digestão.
Valor Calórico: 100 gramas de abacaxi fornecem 52 calorias.
Propriedades Medicinais: O abacaxi ajuda a dissolver coágulos sangüíneos, a reduzir inflamações, a acelerar a cicatrização de tecidos e na digestão. Além disso, é antiviral, antibacteriano e um bom alimento para prevenir a osteoporose e as fraturas ósseas, devido ao seu alto teor de manganês. Ajuda nas tosses produtivas.
01.23.07
Melancia
Propriedades Nutricionais: Além de doce e muito refrescante, a melancia é
muito nutritiva. Possui hidratos de carbono (açúcar), betacaroteno
(provitamina A) e vitaminas do complexo B e C. Também apresenta cálcio,
fósforo, ferro e muita água. Hoje já se conhece o licopeno e glutationa,
compostos que a melancia possui em abundância, que são responsáveis por
proteger o organismo contra o câncer e a oxidação celular.
Valor Calórico: 100 gramas de melancia fornecem 31 calorias.
Propriedades Medicinais: É recomendada para quem tem pressão alta,
reumatismo ou gota. O suco de melancia provoca eliminação de ácido úrico, além de
limpar o estômago e o intestino. Também é eficaz no tratamento da acidez estomacal,
obesidade, bronquites crônicas, problemas de boca e garganta, cistites. Além disso, protege
contra o câncer e a oxidação celular.
O chá das sementes de melancia é vasodilatador, prestando contribuição destacada no combate à impotência sexual e hipertensão arterial.
Chá das sementes (2 colheres de sopa para 1/2 litro de água).
Em 2004 foi lançado um ótimo livro dirigido ao público leigo mostrando a importância das frutas para a saúde. Nele, há indicações fáceis de frutas para pequenos problemas de saúde. Eis a resenha do livro: O autor mostra que, além do valor nutritivo, as frutas possuem também propriedades medicinais; vitaminas, minerais, fitonutrientes e elementos fitoquímicos que combatem de forma eficaz, muitos tipos de doenças. Baseado em estudos sobre a composição química das frutas, ele reuniu elementos necessários para que as frutas sejam consideradas como um composto indispensável para a saúde. O livro se chama Frutas: Caminho Para a Saúde
e pode ser encontrado no Submarino. Do mesmo autor, há um outro livro chamado 50 Sucos Medicinais Campeões de Saúde.![]()







Nomeação: Elisabete Cunha
Encanto


