30 março, 2007

Nota da Prefeitura de Rio Preto Sobre Homeopatia Contra a Dengue

Posted in dengue, homeopatia às 5:49 pm por Marcelo Guerra

A Prefeitura de Rio Preto, por meio da Secretaria de Saúde e Higiene, passa a distribuir a partir desta quinta-feira (15/3) o complexo homeopático para dengue. O medicamento poderá ser encontrado em todas as unidades de Saúde e no Pronto-socorro Central.

O medicamento, que será ministrado gratuitamente nas unidades de Saúde, é voltado para amenizar os sintomas da dengue e assim restringir a cadeia de transmissão da doença. De acordo com o médico homeopata Renan Marino, em Cuba, o complexo tem sido utilizado em larga escala, como tratamento de preferência. O resultado tem sido altamente positivo.

Segundo o médico, a recuperação do paciente é mais rápida, atenua os sintomas e diminui o risco de hemorragias. “As dores, febre e outros sintomas são reduzidos para dois ou três dias. Ou seja, o paciente fica menos tempo infectante, diminuindo a cadeia de transmissão”, explica.

A Secretaria de Saúde adquiriu 100 mil doses do complexo, o suficiente para atender a 50 mil pessoas. Nesta primeira fase, o medicamento estará disponível para aqueles que não têm a doença ou sequer apresentam sintomas característicos.

O médico Marino explica que qualquer pessoa pode tomar o medicamento. Não há contra-indicações. Mas, no caso de qualquer reação adversa, deve-se procurar a unidade de Saúde.

De acordo com a coordenadora do Programa Municipal de Controle à Dengue, Amena de Alcântara Ferraz, qualquer pessoa pode procurar uma unidade de Saúde e tomar em dose única de tratamento duas gotas do medicamento. “Se esta pessoa vier a contrair a doença depois ou apresentar os sintomas de dengue, ela deve voltar a uma unidade de Saúde para fazer o tratamento prolongado. Ou seja, ela receberá um frasco do complexo que levará para casa e tomará duas gotas, três vezes ao dia, durante sete dias”, diz.

O tratamento prolongado, segundo o médico Marino, também é recomendado para quem já está com os sintomas. Neste caso, o medicamento estará disponível a partir da próxima semana nas unidades de Saúde.

O complexo homeopático é coadjuvante no tratamento, já que tem de ser feito também o tratamento estabelecido para dengue no Manual de Procedimentos. É recomendado especialmente a pessoas que fazem parte do grupo de risco para dengue hemorrágica, como quem já teve dengue ou hipertensos, diabéticos, grávidas, entre outros.

A médica pediátrica homeopata Eleny Jammal, da Secretaria de Saúde, diz que o complexo já vem sendo utilizado pelos homeopatas de clínicas particulares desde 2002. “Antes disso, tivemos uma experiência de campo no bairro Cristo Rei, em 2001, e Cuba, desde o surto em junho do ano passado, com casos de dengue hemorrágica em Havana e Camaguey, adotou a homeopatia como terapêutica oficial do Ministério da Saúde, daquele país”, destaca.

O médico Antonio Caldeira, assessor técnico da Secretaria de Saúde, diz que o uso da homeopatia em Saúde Coletiva representa uma medida complementar a todas as ações de Saúde pública que vem sendo desenvolvidas pela Secretaria de Saúde de Rio Preto. ”É uma ação coadjuvante ao plano de contingência que busca conter ou minimizar, de todas as formas possíveis, a evolução e agravos da epidemia de dengue”, ressalta.

Entre sexta-feira da semana passada e a última terça-feira, mais de 500 profissionais de Saúde foram capacitados para a dispensa do complexo. Durante o treinamento, as principais dúvidas foram sobre quem pode tomar o medicamento e como. Também foram distribuídos aos participantes panfletos, com orientações básicas sobre uso do complexo homeopático.

Mirna de Lima Soares

Orientações para o uso do complexo homeopático

O medicamento homeopático requer alguns cuidados na sua conservação e administração, apresentados a seguir:
• Não mudar a medicação de frasco;
• Manter em temperatura ambiente;
• Evitar exposição ao calor ou luz do sol, diretamente;
• Evitar proximidade com aparelhos eletrônicos, campos magnéticos ou microondas (ex: celular, TV, computador,…);
• Evitar abrir o frasco em ambientes com cheiros fortes (ex.: cigarros, perfumes, cânfora, fumaça…).
• Evitar tomar a medicação durante a alimentação ou logo após escovar os dentes;
• Antes de tomar a medicação, faça bochechos com água para higiene da boca;
• Não encostar o conta-gotas do frasco da medicação na boca;
• Não há contra-indicação, mas, no caso de qualquer reação adversa, deve-se procurar a unidade de Saúde;
• Mantenha fora do alcance de crianças e de animais;
• Agitar o medicamento antes de tomar. Para isso, segure o frasco com uma das mãos e bata vigorosamente pelo menos 10 vezes contra a palma da outra mão.
Observação: Em caso de vômito, manter a medicação normalmente.

IMPORTANTE: Não interromper, de forma alguma, o tratamento com o uso de paracetamol ou dipirona e soro de hidratação oral.

Homeopatia Contra a Dengue

Posted in dengue, homeopatia às 5:47 pm por Marcelo Guerra

O Rio de Janeiro já utilizou a homeopatia contra a dengue em outras ocasiões. Veja a matéria abaixo:

Homeopatia contra dengue

Enquanto o mosquito aedes aegypti espalha a dengue e as autoridades do país ainda tentam conter a epidemia, a homeopatia surge como alternativa eficiente para o tratamento da doença que, em alguns casos, pode ser fatal. A Secretaria Estadual de Saúde já reconhece que o tratamento homeopático é mais eficiente no combate aos sintomas da doença e está distribuindo instruções a médicos da rede pública sobre como receitar remédios da homeopatia.

Depois de reuniões com especialistas do Instituto Hahnemanniano do Brasil (IHB),um dos representantes da homeopatia brasileira no mundo, a Coordenação do Programa de Homeopatia da Secretaria Estadual de Saúde elaborou uma cartilha para tratamento da dengue com medicamentos homeopáticos. Simples e prática, a cartilha possibilita a prescrição desses remédios, mesmo por médicos alopatas. Também traz o modelo de uma ficha de tratamento e acompanhamento dos casos de dengue, que deve ser preenchida pelo médico e encaminhada à Secretaria Estadual de Saúde.

Segundo a coordenadora do Programa de Homeopatia da Secretaria Estadual de Saúde, Eliane dos Santos Garcia, ainda é cedo para avaliar os resultados obtidos pela homeopatia no tratamento da dengue.
“Estamos aguardando a chegada das fichas de notificação para fazermos um levantamento completo. Por enquanto, só podemos afirmar que os medicamentos homeopáticos são realmente muito eficientes no alívio dos sintomas da doença. Além disso, os pacientes tratados com homeopatia retomam suas atividades normais mais rapidamente”, disse. Eliane Garcia faz questão de frisar que não existe nenhum medicamento alopático ou homeopático capaz de prevenir a dengue e lembra que todos os casos suspeitos, mesmo os não confirmados, devem ser notificados à secretaria.

O médico homeopata Fábio de Almeida Bolognani lembra que, desde seu surgimento, a homeopatia tem prestado enorme contribuição à humanidade nos casos de doenças crônicas e contra epidemias infecto-contagiosas. Ele cita o exemplo da cólera, peste que assolou a Europa entre 1831 e 1834, combatida com bastante eficiência através do tratamento homeopático. “A partir de então, começaram a surgir os primeiros hospitais homeopáticos e o ensino desse método ganhou repercussão mundial”, lembra.

O atendimento grátis à população pode ser feito no próprio IHB, no Iaserj (Instituto de Assistência ao Servidor do Estado/RJ), no Hospital Gafrée e Guinle e na Santa Casa, além dos demais hospitais, postos de saúde e ambulatórios municipais, estaduais e federais que possuem atendimento em homeopatia.

(Folha de São Paulo – Maio de 1998)

A nova Revolta da Vacina

Posted in dengue, homeopatia, medicina preventiva, prevenção, vacina às 3:19 pm por Marcelo Guerra

São josé do Rio Preto, 30 de março de 2007

Wilson Daher

Escrevi há algum tempo, nesta mesma coluna, um artigo sobre a instituição da Polícia Sanitária, no Rio de Janeiro, nos idos de 1904. A pedido de Oswaldo Cruz, o governo armou uma verdadeira frente de batalha para derrubar cortiços insalubres, alargar avenidas no estilo das alamedas parisienses, invadir casas que oferecessem resistência à visita dos fiscais sanitários e, finalmente, obrigar o povo a uma vacinação em massa contra um surto de varíola. Baseados no velho axioma de que os fins justificariam os meios, as autoridades não se deram ao trabalho de fazer previamente uma campanha de esclarecimentos. E o povo, então, cansado da submissão às autoridades se revoltou com barricadas nas ruas, quebra-quebra, incêndios provocados, enfim, formou-se uma verdadeira batalha campal que só ao fim de algum tempo cessou, voltando o Rio à pasmaceira de antes. Tal episódio, historicamente, tem sido considerado como um dos embriões de cidadania do início do século 20. Os revoltados, embora ignorantes do bem que lhes faria a submissão à vacina, tinham consciência da necessidade de se libertarem do jugo imposto, sem qualquer participação efetiva de sua parte. Só mais tarde, com o entendimento dos objetivos de tais campanhas, é que o povo começou a freqüentar, voluntariamente, os postos de vacinação contra as epidemias comuns da época.

Atualmente, em Rio Preto, em pleno século 21, assistimos desolados e estarrecidos a esta nova Revolta da Vacina (antidengue) criada pelo ilustre homeopata Renan Marino. Mas como tudo na história segue um caminho não linear, dialético, agora é o povo que exige a vacina e são as autoridades estaduais que a proíbem sob as alegações, quem sabe, da falta de uma metanálise de resultados, ou a falta de um protocolo de pesquisa mais detalhado e assim por diante. Acho estranha esta proibição, quando existe, segundo consta, uma evidência de resultados, aferida na população que já fez uso da vacina homeopática e já se constatou a ausência de efeitos colaterais e/ou reações adversas em seus usuários. Por quê? Não se queixem, depois, de que venha uma nova revolta do povo, que anseia por medidas eficientes e baratas contra a propagação da epidemia da dengue. Se em 1904 não queriam a vacina de Oswaldo Cruz, por ignorância de seu benefício, hoje querem a homeopatia de Renan Marino, porque sabem agora, ao longo do tempo, que vacinas serão sempre bem-vindas, desde que provada sua eficácia. Não somos porta-voz de ninguém, neste momento em que optamos apenas pela discussão menos emocional deste caso. Há muita coisa em jogo, e as autoridades devem discuti-la à luz da racionalidade, motivo e essência da ciência verdadeira.

WILSON DAHER
Psiquiatra e professor de História da Medicina na Famerp, Rio Preto

O Estado de SP quer proibir a vacina homeopática contra dengue

Posted in dengue, homeopatia, medicina preventiva, prevenção, vacina às 3:17 pm por Marcelo Guerra

Adilson Vedroni entrega representação contra Vigilância Sanitária a promotor

MP rejeita representação contra remédio antidengue
Município também vai ao Ministério Público denunciar ação do Estado

Rio Preto ganhou a primeira batalha no conflito com o Estado pelo uso do medicamento homeopático contra a dengue na rede municipal de saúde.

No final da tarde de ontem, o promotor de justiça Carlos Romani indeferiu a representação do Estado contra o município para impedir o tratamento, argumentando que distribuição, produção e eficácia do medicamento são irregulares.

A Secretaria de Saúde do município, por sua vez, também protocolou representação acusando o Estado de intervenção ilegal.

O parecer do promotor quanto ao documento do Estado diz que o município “não está sendo negligente no tratamento da questão, bem como está procurando dar soluções para a dengue e não se vislumbra que esteja adotando medidas ilegais ou em desacordo com regras do Ministério da Saúde”.

A representação do município foi entregue ao Ministério Público pelo secretrário de Saúde, Arnaldo Almendros, a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Neli Drovetto, e o secretário de Negócios Jurídicos, Adilson Vedroni.

“Queremos esclarecer a legalidade desta ação suplementar do Estado que tentou recolher o medicamento. Apresentamos relatórios dos procedimentos adotados para a implantação”, diz Vedroni.

O Estado diz que vai pedir à Procuradoria Geral ação cautelar de busca e apreensão do remédio.

Enquanto isso, o medicamento homeopático continua sendo distribuído para pacientes com sintomas da doença, nas UBSs.

Rio Preto tem hoje 897 casos positivos de dengue e, desde o início da distribuição, há 12 dias, 19.440 pessoas tomaram o remédio.

Manifestação
Terça-feira, em reunião extraordinária, o Conselho Municipal de Saúde vai apreciar, e votar, o uso do medicamento homeopático na rede de saúde como alternativa de tratamento e como estratégia de saúde.

Estado argumenta ‘hipótese de risco’
A diretora do Centro de Vigilância Sanitária do Estado, Maria Cristina Megid, que chegou ontem a Rio Preto, suspendeu as ações de interdição do remédio nos postos de saúde. “A decisão sobre o que será feito, agora, é na esfera judicial”, diz.

A diretora reforça que a ação suplementar foi adotada baseada na “hipótese de risco” iminente à população por não serem conhecidos os efeitos do remédio. “Se não conhecemos os efeitos, não tem comprovação da eficiência. Pessoas correm risco”.

Ainda segundo ela, o Estado se baseia em outra hipótese, a de o remédio maquiar os sintomas e as pessoas se sentirem protegidas. “A população pode achar que não vai ter a doença e relaxar”, afirma.

A Secretaria Municipal de Saúde, em representação ao MP, apresentou relatórios com as ações de combate ao mosquito e campanhas educativas. “Não paramos de combater a dengue”, afirma o secretário Almendros.

A Vigilância Estadual diz, ainda, que considera a produção de Rio Preto em escala industrial e, por isso, deveria haver registro. Também questiona que os frascos não poderiam ser estocados nas unidades de saúde. “Cada pessoa precisa ter a sua receita e ir na farmácia mandar fazer o remédio. O erro está aí, em todos usarem o mesmo produto, com mesma fórmula”, afirma.

Vacina Homeopática para Dengue

Posted in dengue, homeopatia, medicina preventiva, prevenção, vacina às 3:10 pm por Marcelo Guerra

69704_materia1.jpg

Em uma semana 16, 5 mil pacientes tomaram as gotas em Rio Preto

A Secretaria Municipal de Sáúde de Rio Preto publica hoje portaria para regulamentar o uso do complexo homeopático para dengue por outras cidades.

A decisão foi tomada pelo secretário de Saúde, Arnaldo Almendros, para orientar os municípios quanto a produção, distribuição e acompanhamento do tratamento com as gotas homeopáticas. A portaria 28 trará a fórmula do complexo por completo.

O medicamento começou a ser distribuído na rede de saúde pública de Rio Preto quinta-feira passada. Segundo dados da Secretaria de Saúde, o complexo foi tomado por cerca de 16, 5 mil pessoas. A média de distribuição é de 150 por cada uma das 24 unidades de saúde da cidade. A campeã em atendimento a pacientes com o complexo é a UBS do Parque Industrial que, em dois dias, teve 500 pessoas.

As gotas fizeram efeito para a estudante Jéssica Augusto Santana, que chegou a ser internada com os sintomas da doença. “Levei o remédio para casa, fiz o tratamento e estou bem”, conta.

Na próxima semana o secretário realiza reunião com os a coordenação da Vigilância Epidemiológica do município e o homeopata Renan Marino, que desenvolveu o medicamento, para reavaliação do projeto, principalmente quanto a distribuição. “O desejo de se prevenir é tão grande que pessoas de fora vêm para cá, vão à UBS e se passam por moradores para tomar. Isso prejudica o projeto de distribuição”, explica Marino.

Pedidos
Com a portaria, a secretaria espera regulamentar o uso e contribuir com a implantação do medicamento em cidades vizinhas que têm provocado corrida à Secretaria de Saúde de Rio Preto para “copiar” o modelo de combate aos sintomas da dengue. Ontem foram registradas 40 ligações.

A secretaria encaminhou, ainda, orientação por escrito para os Estados do Mato Grosso, Sergipe, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro e Roraima.

Cidade vende medicamento
Ilha Solteira, Bebedouro e Birigui já usam o complexo homeopático para tratamento da dengue.

Em Bebedouro, o município não mandou produzir o remédio para ser distribuído na rede pública de saúde. Quem quiser o medicamento pode encomendar em uma farmácia de manipulação da cidade, ao peço de R$ 4, frasco com 20 ml. Pelo conta-gotas, o paciente paga mais R$ 0,50.

Em Birigui, campeã de casos no Estado, o remédio começa a ser distribuído na próxima semana.

Ilha Solteira já encomendou os lotes do medicamento para distribuir à população. Penápolis também deve incluir o remédio na rede pública.

Segundo o médico Renan Marino, qualquer pessoa pode levar a fórmula para ser manipulada. “Deve ser usado de acordo com a prescrição, mas manipulado em qualquer lugar”, explica.

Números serão atualizados hoje
Hoje a Secretaria de Saúde de Rio Preto divulga novo boletim epidemiológico com o número de casos positivos. Oficialmente a cidade tem 597 pessoas contaminadas pela doença desde o começo do ano.

A divulgação dos casos positivos de dengue é feita pela Vigilância Epidemiológica do município, que recebe os resultados positivos de Rio Preto do Instituto Adolfo Lutz, que faz os exames.

29 março, 2007

Podem o amor e o sexo ser nocivos à vida de alguém?

Posted in amor, biográfico, compulsão, depressão, doença, psicoterapia, relacionamento, sexo, terapia biográfica, vivência às 11:57 am por Marcelo Guerra

Por mais surpreendente que possa parecer, a resposta é SIM. A partir do momento em que alguém age COMPULSIVAMENTE em busca de romance, paixões, relações sexuais (hetero ou homossexuais; com uma, duas, ou muitas pessoas, das mais diversas maneiras), isso se torna uma doença, que passa a controlar a vida desta pessoa, que coloca essas práticas amorosas ou sexuais como centro de sua vida. Assim, há um prejuízo mais ou menos evidente dos demais aspectos de sua vida, como a vida em família, o trabalho, as amizades, interesses culturais, artísticos e religiosos, etc. Vale ressaltar que o que torna qualquer dessas práticas prejudicial é o caráter COMPULSIVO delas e não as práticas em si, ou seja, o fato de alguém se apaixonar por outra pessoa não é uma doença, mas a necessidade de só se sentir bem quando se está apaixonado, buscando inesgotavelmente novas pessoas para se apaixonar é uma doença e causa um sofrimento enorme, uma angústia constante, com a sensação de fracasso recorrente. Este é apenas um dos exemplos da COMPULSÃO por amor e sexo que, por envolver um sentimento e uma atividade vitais à vida de qualquer pessoa, é uma DOENÇA que exige um tratamento intensivo, já que a cura não se constitui em se afastar do objeto de sua COMPULSÃO, como seria o caso se fosse por fumar, por exemplo, em que a pessoa deveria afastar-se definitivamente dos cigarros, para que essa COMPULSÃO não fosse deflagrada. No caso de amor e sexo, a vida sem eles tornar-se-ia vazia e sem sal! Por isso, o tratamento visa rastrear a BIOGRAFIA da pessoa que sofre dessa COMPULSÃO, em busca de um entendimento de sua causa, que pode ter diversas origens, para que possamos amar e viver o sexo em plenitude, sem que sejamos escravizados. Aliás, esta é uma doença multifatorial, ou seja, é o resultado de influências diversas: uma pessoa predisposta geneticamente que sofre os efeitos de experiências vividas em seu desenvolvimento, e/ou de influências dos meios de comunicação que nos bombardeiam diariamente com noções falsas e glamurosas a respeito de amor e sexo.

Através de um novo entendimento de nossas vidas e de nossos sentimentos, de ações concretas, e de VONTADE, essa COMPULSÃO pode ser compreendida e controlada, nos liberando para vivermos em plenitude, descobrindo novos prazeres e significados em cada ato, cada gesto, cada momento. Passamos a não ser mais escravos de uma COMPULSÃO, mas donos de nossa própria VONTADE, exercendo o livre arbítrio, enfim.

A INDIVIDUALIDADE COMO CENTRO DA ABORDAGEM HOMEOPÁTICA

Posted in homeopatia às 11:54 am por Marcelo Guerra

A história dos esforços da humanidade em compreender e lidar com o sofrimento, as
doenças e a morte, é tão longa quanto a da própria humanidade. Nesta trajetória, muitos sistemas, teóricos e práticos foram propostos.
A homeopatia, sistema médico-terapêutico criado por Samuel Hahnemann há dois
séculos, é um entre muitos outros. A palavra homeopatia, oriunda do grego homoios que quer dizer semelhante e páthos que significa doença ou sofrimento, designa a ciência terapêutica baseada na lei natural de cura Similia similibus curentur – os semelhantes curam os semelhantes.
HOMEOPATIA: “homoios” = semelhante
“páthos” = doença
Hahnemann descobriu um método terapêutico baseado na lei da semelhança – toda a
substância capaz de produzir em doses ponderais, tóxicas, fisiológicas ou diluições
imponderáveis, no indivíduo sadio porém sensível, um quadro mórbido subjetivo e
eventualmente objetivo ou lesional, será igualmente capaz de, em doses convenientes conforme o caso, curar no indivíduo sensibilizado pela doença um quadro mórbido semelhante, excetuando as lesões irreversíveis.
Todas as observações feitas por Hahnemann, em relação ao poder terapêutico dessas
substâncias, foram feitas a partir de experimentos no homem são, não em doentes nem em animais.
O homem é visto como um ser dotado de uma força vital responsável por mantê-lo
saudável, isto é, em harmonia consigo e com o meio ambiente. Quando esta força vital não é suficiente para restabelecer o equilíbrio, a harmonia não é alcançada e o indivíduo apresenta sintomas indicadores de seu desequilíbrio (doença).

27 março, 2007

Meditação melhora conhecimento e emoções

Posted in meditação, stress às 7:04 pm por Marcelo Guerra

5telmonb.jpg

da Agência Lusa, em Washington (EUA)

Quem pratica meditação durante longos períodos induz mudanças no funcionamento do cérebro que melhoram o conhecimento e as emoções, indica estudo da Universidade de Wisconsin.

Os resultados da pesquisa –feita por uma equipe do laboratório W.M. Keck de Estudos Cerebrais do Centro Weizman, da Universidade de Wisconsin, em colaboração com o Mosteiro de Schechen, de Katmandu (Nepal)– vêm publicados na revista “Pnas” (www.pnas.org).

“Constatamos que os praticantes da meditação budista durante longos períodos induzem alterações neurais, isto é, na função cerebral, cujo impacto duradouro aumenta a cognição e as emoções”, afirmou Antoine Luz, que coordenou o estudo.

O termo “meditação” abrange numerosas tradições culturais e vários métodos de concentração mental, controle da respiração, visualizações ou, pelo contrário, não focalização da mente em objetos ou idéias.

O estudo

Para este trabalho, os investigadores acompanharam oito praticantes de meditação budista de, em média, 49 anos de idade. Eles compararam-nos a um grupo de controle de 10 estudantes voluntários com uma média de 21 anos de idade.

Os budistas receberam instrução mental nas tradições tibetanas Nyingmapa e Kagyupa de 10 mil a 50 mil horas ao longo de períodos de 15 a 40 anos.

“A duração da sua instrução foi calculada com base na sua prática diária e no tempo que passaram em retiros de meditação”, explicou Lutz.

Por outro lado, os indivíduos do grupo de controle não tinham experiência prévia em meditação e receberam instrução durante apenas uma semana, antes da coleta de dados mediante eletrencefalogramas.

Como método de meditação, os cientistas escolheram “uma prática sem objeto determinado, durante a qual os participantes, tanto os budistas como os do grupo de controle, geraram um estado de ‘amabilidade e compaixão incondicional'”.

Esta prática, seguida por numerosas escolas budistas, da Índia à China, Japão, Coréia e sudeste asiático, não requer concentração sobre objetos, memórias ou imagens particulares, mas antes uma disposição para ajudar todos os seres vivos.

“Estudos anteriores já tinham demonstrado o papel geral da sincronia neural, em particular nas freqüências da banda gama [de 25 a 70 Hz], em processos mentais como a atenção, a memória ativa, a aprendizagem ou a percepção consciente”, explicou Lutz.

Resultados

Os pesquisadores fizeram eletrencefalogramas dos participantes budistas e dos elementos do grupo de controle antes, durante e depois da meditação, e compararam os resultados dos dois grupos.

“Concluímos que os praticantes budistas induzem, de forma sustentada, oscilações de alta amplitude na banda gama e sincronia de fase”, segundo Lutz. “As maiores diferenças entre os dois grupos aumentam de forma aguda durante a meditação e mantêm-se depois da meditação”, acrescentou.

23 março, 2007

A Importância da Arte na Terapia Biográfica

Posted in antroposofia, arte, biográfico, medicina antroposófica, terapia biográfica, terapia de grupo, vivência às 1:22 pm por Marcelo Guerra

7d5b.jpg

Na Terapia Biográfica a arte é um elemento fundamental, assim como em todas as atividades humanas ela é um elemento harmonizador.

O impulso artístico proposto por Rudolf Steiner — e formulado pela antroposofia por meio da euritmia, escultura, pintura e arte da fala — é o machado afiado que possibilita ao aprendiz entrar em contato com seus próprios meios. Na busca do elemento artístico específico de cada arte, a pessoa depara-se com o universo dos fenômenos, conhece suas formas de expressão, e pode criar a partir de elementos como equilíbrio, movimento, cor, som, forma, ritmo, etc. A aproximação com tais elementos exige concentração e auto-observação, qualidades que se adquirem durante o próprio fazer artístico.

Ao criar algo completamente novo, saído inteiramente do seu interior, a pessoa trabalha e mostra seus limites ao mesmo tempo em que afirma sua individualidade e valoriza a si mesma. E é assim que, com a ajuda da arte, dá os primeiros passos rumo à superação de si mesma.

O fazer artístico ampliado pela antroposofia é sempre um veículo de expressão da alma. Assim, ele pode ser realizado com duas intenções: uma artística, onde o objetivo é a comunicação plena do artista — que segue por um caminho de auto-transformação — com o espectador da obra de arte, podendo atuar positivamente sobre este. E outra, terapêutica, onde o fim a ser alcançado é o equilíbrio e a harmonização interna do indivíduo.

22 março, 2007

Caju

Posted in Uncategorized às 5:59 pm por Marcelo Guerra

caju1.JPG

Propriedades Nutricionais: Riquíssimo em vitamina C, é também fonte de
betacaroteno (provitamina A), vitamina do complexo B e dos minerais cálcio,
magnésio, manganês, potássio, fósforo e ferro. Além disso, fornece
carboidratos e sua castanha é uma boa fonte de proteínas e gorduras.
Valor Calórico: 100 gramas de caju fornecem 36,5 calorias.
Propriedades Medicinais: O caju fornece um potente antioxidante, vitamina C, que
também previne resfriados e ajuda na cicatrização de feridas e lesões. Além disso,
auxilia na contração muscular, pelo seu conteúdo em minerais. Das folhas novas do
cajueiro pode se extrair um suco muito utilizado contra aftas e cólicas intestinais. A raiz
pode ser utilizada na medicina como laxante.

Próxima página