30 novembro, 2008

A importância da auto-observação no tratamento homeopático

Posted in biográfico, homeopatia às 8:32 am por Marcelo Guerra

A homeopatia foi introduzida no Brasil em 1840 pelo médico francês Benoit Mure. Mure desembarcou no país no dia 21 de novembro daquele ano e por isso o Dia Nacional da Homeopatia no Brasil é celebrado sempre nessa data. A homeopatia é um sistema de interferência médica baseado em similitude e observação clínica que usa a individualização dos sintomas como sua principal fonte de conhecimento. Em outras palavras, é uma prática médica que ouve o paciente, acolhe suas narrativas e interpreta biografias.

No livro “Homeopatia – Medicina sob Medida”, da Publifolha, o pesquisador e médico homeopata Paulo Rosenbaum explica, entre outros conceitos, a importância da narrativa do paciente e de sua auto-observação para o sucesso do tratamento. O livro explica a homeopatia em linguagem acessível, abordando os principais tópicos de sua história, filosofia e técnica.

De acordo com o autor, a auto-observação é um relato atento e minucioso de tudo que envolve o estado físico e psíquico da pessoa tratada. “Quanto mais ‘artesanal’ for uma prática médica, mais ela precisa ser alimentada com informações vindas do paciente. Este é o primeiro passo do tratamento, mas também um processo que não termina, pois sempre temos que prestar atenção continuamente em nossos corpos e mentes”, explica Rosenbaum.

Estas informações podem ser dores incomuns, estado de humor e ânimo, sonhos, sede muito intensa, vontades esquisitas, aversão ou desejo exagerado por algum alimento –dados que devem ser relatados e até anotados para informar ao médico que, a partir daí, estabelece o melhor tratamento para a pessoa. Saiba mais sobre a auto-observação no trecho de “Homeopatia – Medicina sob Medida” que segue abaixo.

Apesar de a homeopatia trabalhar com sonhos e de basear sua atuação na conversa ou na fala, que também são bases da psicoterapia, médicos homeopatas não possuem uma formação básica em psicologia para atuar. Segundo Paulo Rosenbaum, “com honrosas exceções, nem a graduação em medicina oferece bons cursos neste sentido”.

A situação da homeopatia hoje

Rosenbaum afirma que a homeopatia ainda não faz parte do mainstream das disciplinas específicas dentro das universidades brasileiras, já que está longe da graduação e não há uma participação efetiva na pós-graduação. “Apenas três faculdades de medicina adotam disciplinas optativas na graduação e somente uma residência médica é oferecida”.

No âmbito do sistema público de saúde, a situação é similar. Dados do Ministério da Saúde indicam que, em 2007, houve por volta de um bilhão de procedimentos pelo SUS e, destes, as consultas homeopáticas somaram 250 mil. Dos 5.563 municípios no país, 158 oferecem serviços homeopáticos.

“O potencial é enorme, a demanda maior ainda, mas parece não haver vontade política para que as medicinas integrativas realmente ocupem espaços significativos na saúde pública brasileira”, afirma o médico. “O que está em jogo na verdade é qual tipo de medicina a sociedade precisa e deseja. Correntes epidemiológicas contemporâneas estão muito atentas a uma prática médica que se baseia no cuidado e na prevenção, no diálogo e na atenção básica à saúde”, completa Rosenbaum.

O homeopata acredita que existe um encontro da filosofia da homeopatia com os anseios da vida moderna, como a qualidade de vida, o bem-estar, a revalorização dos aspectos humanos e a melhoria na relação entre médico e paciente.

Leia abaixo trecho do livro “Homeopatia – Medicina sob Medida”.

*

AUTO-OBSERVAÇÃO

“Recomendo aos pacientes que escrevam, façam memorandos, anotem tudo. A indolência e o desleixo são obstáculos para alcançar os verdadeiros sintomas dos pacientes.” Escritos menores – James Tyler Kent

A auto-observação significa muito para o homeopata, pois, como ela trabalha com todos os sintomas do paciente, qualquer característica individual marcante é um tipo específico de sintoma e toda informação é bem-vinda. Além disso, quanto mais se souber acerca do paciente, melhor será – no presente ou no futuro: seus dados sempre poderão ser checados e confrontados com os novos sintomas.

O paciente deve estar atento a tudo o que acontece – tudo, desde sensações estranhas até sentimentos circunstanciais: uma dor incomum, determinados sonhos na infância, sede muito intensa, vontades esquisitas, aversão ou desejo exagerado por algum alimento. Por exemplo, um choque na palma das mãos que sobe na direção do pescoço e desce pelo braço; um formigamento na ponta da língua que começa às 11 horas da manhã e piora com o tempo quente; transpiração exagerada em determinada parte do corpo; depressão com predomínio do medo que só ocorre em dias chuvosos, uma espécie de êxtase durante a transpiração, e assim em diante.

Parece risível; no entanto são sintomas que existem, estão nos livros de referência – basta consultar.

Mas o que teria a ver um sonho de infância com uma dor de cabeça atual Parece não haver ligação entre uma coisa e outra, mas ela existe e é importante na busca dos sintomas do doente e da doença para a escolha do medicamento homeopático correto.

Os sintomas individuais podem ser antigos, sem nada a ver com o quadro atual nem com o problema clínico que o paciente apresenta. Assim, um sonho recorrente na infância pode ter para o homeopata uma importância tão grande como um sintoma atual – no caso, a dor de cabeça.

Não é exatamente como a medicina encararia o problema. Ou melhor, não era. Já existem médicos e pesquisadores não-homeopatas que admitem uma espécie de unidade funcional que conecta os sintomas. Quando a análise não contempla essa unidade, pode-se destramar a compreensão de um quadro clínico. Quando este se rompe, a história perde sua seqüência e se fragmenta a ponto de os sintomas parecerem desvinculados. Na análise clínica, portanto, eles fazem mais sentido quando é mantido o elã.

Como exemplo, vamos supor alguém que quando criança e sem motivo aparente tivesse muito medo de vento. Hoje isso não significa mais nada para a pessoa, mas não se pode negar que essa era uma característica marcante na sua infância e provavelmente ainda é, pois quando se trata de nosso estado mental não é simples como passar uma borracha sobre as sensações para fazê-las desaparecer. Ao contrário, na memória elas podem estar mais vivas do que se supõe. Isso reforça aquele ponto já referido, quando a eventual volta provisória de sintomas antigos pode ser um dos indícios da eficiência do tratamento.

Porém, nada de sínteses. Os relatos devem ser em detalhes, principalmente naqueles aspectos inexplicáveis ou sem lógica aparente. É importante também lembrar-se de sintomas relacionados à memória, concentração e atividade mental. São particularmente importantes e por isso devem ser descritos em minúcias.

O ideal é anotar tudo o que for sendo percebido durante o tratamento. Isto é muito importante, já que pode tornar-se um hábito saudável no trabalho de auto-observação. Existe um recurso muito versátil, que são os minigravadores, pois facilitam o registro e tornam-se assim interessantes ferramentas para essa finalidade. As comunicações por correio eletrônico também são válidas. Caso não seja possível utilizar nenhum desses recursos, lápis e papel são suficientes.

Depois, é deixar-se levar pelo livre fluxo dos pensamentos e ir anotando, fazendo o que os homeopatas chamam de relato livre. Ele deve conter tudo o que ocorreu após a ingestão do medicamento: o horário, as datas em que os sintomas melhoraram ou pioraram. Se surgiram novos ou se os antigos voltaram – tudo deve ser anotado e relatado.

É claro que se deve prestar atenção, mas não “forçar a barra”, enxergar demais. O melhor é a espontaneidade, pois faz com que o paciente se deixe levar por sentimentos autênticos que o dominam no momento em que escreve o relatório, o que permite que registre sem censura o resultado da auto-observação. O relato livre até estimula a criatividade, pois será menos esquemático, menos rígido, podendo se transformar numa atividade agradável.

É claro que não se deve anotar só as coisas mais palpáveis e objetivas, pois “o discurso escrito nunca substituirá o falado”, como bem observou o filósofo Paul Ricoeur (1913-2005).

A escrita e a fala são duas naturezas discursivas totalmente distintas como recursos da expressão humana. Complementando o assunto anterior, não faz sentido restringir-se ao “palpável e objetivo”, pois tudo deve ser anotado com a máxima precisão, inclusive um sonho, fantasia ou devaneio. Esses dados também fazem parte da análise que será feita nos retornos e merecem muita atenção.

A maioria das pessoas não se lembra dos sonhos de forma espontânea. É preciso criar o hábito de registrar, por escrito ou gravado: a técnica consiste em anotar qualquer cena ou imagem de sonho que vier à mente assim que se despertar – a melhor hora para este exercício. Com isso os sonhos virão cada vez mais nítidos, podendo ser lembrados em detalhes.

Descrevê-los com o máximo detalhamento possível será sempre melhor do que uma descrição geral e sem precisão. Simples lampejos retomados podem se transformar em longas histórias.

Se o paciente não consegue anotar, não quer dizer que não possa ser tratado, mas sempre haverá prejuízo na presteza e até na eficiência do tratamento. Porém isso não pode se transformar num problema, a idéia é fazer o que for possível.

Um assunto importante diz respeito à observação de crianças. Não há regra especial para observá-las, apenas ter cuidados especiais a fim de não projetar as expectativas e preconceitos dos pais na hora de descrevê-las. Elas precisam ser observadas de forma isenta; os pais devem anotar o que dizem, como argumentam e, se houver sonhos, explorá-los junto com a criança.

Será inútil se apenas se fizer uma descrição geral, como se fosse a imagem comentada de uma foto, parada, estática, sem movimento. Deve-se aprofundar a observação de modo que se transforme num verdadeiro “filme” para que o médico possa ver a criança “em ação”, ou seja, em seu processo de vida. Além disso, durante as consultas é saudável estimular as crianças a verbalizar sensações e sintomas com suas próprias palavras.

Uma regra básica é descrever o que se vê ou percebe, sem interpretações, anotando as palavras exatas que a criança diz, sem se deixar levar por teorias a respeito. Isso é fundamental. Muitos pais levam para o médico só o que acham de seus filhos, mas omitem o principal, o que a criança efetivamente é.

Essa é realmente uma tarefa difícil, pois todos se contaminam por tabus e preconceitos. Também se sabe quanto são ingênuas as tentativas de eliminar vícios antigos por meio de conselhos ou decretos. O desejável é que, consciente desse “vício”, cada um possa neutralizar seus filtros, relatando, do fundo do coração, o estado de cada pessoa – criança ou adulto – observada.

No caso de um bebê, o procedimento não muda, não importa a idade. Desde o berço as pessoas adotam uma forma característica de ser, têm um jeito singular de mostrar quem são. Observando bem, cada bebê tem seu temperamento, suas vontades, seu modo de mamar, de transpirar, de preferir determinada posição na hora de dormir – algumas manias e características que são, afinal, os primeiros predicados do ser humano. Cabe ao médico definir quais os aspectos mais peculiares e comuns a cada faixa etária.

Convém lembrar que mesmo gêmeos idênticos demonstram características mentais diferentes. Notar ou não determinados aspectos da personalidade vai depender do grau de atenção que se dá a eles e a isenção com que se consegue captá-los.

Para o adulto, de uma forma geral, valem as mesmas recomendações que as feitas para a criança. O modo ideal, entretanto, é que todos se expressem livremente na consulta – e deixando as descrições de pais, amigos e parentes quando elas se fizerem realmente necessárias, como complementação.

Pode soar estranho, mas, de fato, outras testemunhas podem acrescentar algo sobre pacientes – e isso deve ser encarado como um recurso para adicionar dados de que o homeopata precisa para medicar. Hahnemann o recomendava quando considerava que outras pessoas poderiam fornecer detalhes sobre a personalidade do paciente, muitas vezes ignorados por ele.

Por exemplo, minúcias sobre a infância (no caso de pais ou parentes próximos), coisas sobre as quais o paciente não tem lembrança ou certos aspectos que não achava importante contar.

Esse é um dos motivos pelos quais os homeopatas anotam tudo o que o paciente diz: quanto mais fiéis os registros dos sintomas, maiores as chances de sucesso no tratamento.

Também são interessantes os desenhos, cartas, diários e outras anotações pessoais que podem fornecer elementos preciosos para determinado momento do tratamento.

Em geral, as dúvidas impedem que as pessoas encarem a homeopatia como uma forma séria de tratamento, porém é possível que o leitor já tenha elementos para julgá-la. Os esclarecimentos podem ter sido úteis; no entanto, outras dúvidas podem ser esclarecidas por meio de mais leitura e – o que seria melhor – durante a vivência de um tratamento homeopático.

>>Fonte: Folha Online

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27 novembro, 2008

Como fazer uma horta orgânica vertical

Posted in alimentação tagged , às 3:47 pm por Marcelo Guerra

Esta horta vertical é ideal para pequenos espaços, como apartamentos.

A HORTA VERTICAL é uma técnica a ser adotada onde há pouco espaço disponível para manutenção de hortas convencionais; permite o cultivo de hortaliças orgânicas em bombonas. para aproveitamento do espaço vertical.

O cultivo de hortaliças em espaço reduzido tem se tornado prática comum em ambientes urbanos.
Aproveitam-se varandas de apartamentos e pequenos quintais para o cultivo orgânico de hortaliças (livres de agrotóxicos e adubos químicos) para o consumo familiar.
Há, também, aqueles que, possuindo um pouco mais de espaço, transformam a atividade em um pequeno negócio.

As técnicas comumente utilizadas possibilitam um cultivo orgânico de hortaliças, dispensando a necessidade de canteiros de terra, embora não dispensando o uso da terra.
É diferente da hidroponia, cujo sistema de plantio depende de adubação química que é incompatível com um sistema orgânico de cultivo.

Para a confecção de canteiros utilizando materiais recicláveis, a escolha vai depender da vontade de cada pessoa, de conformidade com o ambiente em que ela pretende instalar a horta.

A EMBRAPA Hortaliças tem um projeto chamado “Hortas em pequenos espaços” que disponibiliza uma cartilha com alguns tipos de canteiros:

a) Canteiro de tubo de PVC

– Utilizar tubos PVC de 300mm.
Efetuar um corte horizontal, no meio, de modo obter duas calhas com 10 a 15cm de profundidade.
Em seguida fixar madeira em forma de meia lua nas laterais.
Na parte inferior, fazer orifícios para escoamento da água.

b) Plantio em Garrafas Pet

– Cortar a garrafa pet na altura de 23cm e na base que é o ponto, fazer um orifício em todos os ressaltos para o escoamento do excesso de água.

Como fazer um aspersor de água com garrafa PET.

Fonte: Faz Fácil

19 novembro, 2008

Alessandra Negrini: campanha pela homeopatia

Posted in homeopatia às 4:31 pm por Marcelo Guerra

Adepta da homeopatia, a atriz Alessandra Negrini protagonizou o filme “Homeopatia, uma boa opção de vida”. Produzido pela Agência Experimental de Propaganda da PUC-RIO para a ONG Ação Pelo Semelhante, o filme  tem 30 segundos e vai anteceder todas as sessões do Cine Santa Teresa, a partir deste sábado, dia 15.

O projeto comemora o Dia Nacional da Homeopatia, que será celebrado na próxima sexta-feira, dia 21.

Fonte: O Globo – http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/post.asp?t=alessandra_negrini_campanha_pela_homeopatia&cod_Post=140231&a=12

RETRATOS DA VIDA – Panorama Biográfico em Nova Friburgo

Posted in biográfico, terapia biográfica tagged às 10:54 am por Marcelo Guerra

A Terapia Biográfica tem o objetivo de encontrar sentido através da observação de fatos da própria vida, que são revistos de maneira objetiva, separando o que são fatos do que são sentimentos. A maior causa de sofrimento emocional ocorre por não percerbermos o sentido de nossas vidas. Com a Terapia Biográfica, reconstruimos o trilho que liga os fatos a um sentido ordenado.

Para isto, além de falar sobre os fatos, são realizadas atividades artísticas variadas, que permitem um suporte material para a memória, além de trazer um elemento lúdico que torna esta forma de terapia bem mais agradável. Nesta Vivência em especial, trabalharemos com imagens, principalmente de fotografias dos participantes, resgatando fatos e emoções. A arte faz a ligação do pensar com o sentir, através do agir, sem intelectualizações, quebrando as resistências ao processo da Psicoterapia. Assim, nos propomos metas de mudanças em nossas próprias vidas baseadas naquilo que nos é mais sagrado, nossa própria história.

Em Nova Friburgo, de 15 a 18 de janeiro de 2009, no Morgenlicht.

Coordenadores:

  • Rosângela Cunha

Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Terapeuta Biográfica

  • Marcelo Guerra

Médico Homeopata e Terapeuta Biográfico

Escreva para santana@terapiabiografica.com.br ou marceloguerra@terapiabiografica.com.br para mais informações. Ou ligue para falar com um de nós:

(21)7697-8982, Marcelo

(32)8841-8660, Rosângela

AS VAGAS SÃO LIMITADAS  A 10 PARTICIPANTES

RETRATOS DA VIDA – Panorama Biográfico em Nova Friburgo

Posted in antroposofia, biográfico, nova friburgo, terapia biográfica às 9:34 am por Marcelo Guerra


A Terapia Biográfica tem o objetivo de encontrar sentido através da observação de fatos da própria vida, que são revistos de maneira objetiva, separando o que são fatos do que são sentimentos. A maior causa de sofrimento emocional ocorre por não percerbermos o sentido de nossas vidas. Com a Terapia Biográfica, reconstruimos o trilho que liga os fatos a um sentido ordenado.

Para isto, além de falar sobre os fatos, são realizadas atividades artísticas variadas, que permitem um suporte material para a memória, além de trazer um elemento lúdico que torna esta forma de terapia bem mais agradável. Nesta Vivência em especial, trabalharemos com imagens, principalmente de fotografias dos participantes, resgatando fatos e emoções. A arte faz a ligação do pensar com o sentir, através do agir, sem intelectualizações, quebrando as resistências ao processo da Psicoterapia. Assim, nos propomos metas de mudanças em nossas próprias vidas baseadas naquilo que nos é mais sagrado, nossa própria história.

Em Nova Friburgo, de 15 a 18 de janeiro de 2009, no Morgenlicht.

Coordenadores:

*

Rosângela Cunha

Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Terapeuta Biográfica

*

Marcelo Guerra

Médico Homeopata e Terapeuta Biográfico

Escreva para santana@terapiabiografica.com.br ou marceloguerra@terapiabiografica.com.br para mais informações. Ou ligue para falar com um de nós:

(21)7697-8982, Marcelo

(32)8841-8660, Rosângela

AS VAGAS SÃO LIMITADAS A 10 PARTICIPANTES

13 novembro, 2008

Música faz muito bem ao coração

Posted in saúde tagged às 12:21 pm por Marcelo Guerra

musica

música faz bem ao coração

As músicas que elevam o coração também podem fortalecê-lo. Pesquisadores americanos constataram que quando as pessoas escutam sua música favorita, seus vasos sangüíneos se dilatam quase da mesma forma que o fariam se o indivíduo tivesse tomado uma medicação para esse fim.

– O efeito é muito impressionante – afirma Michael Miller, diretor de cardiologia preventiva do Centro Médico da Universidade de Maryland, em Baltimore, Nos Estados Unidos. – O diâmetro dos vasos melhorou, os vasos se abriram bastante. Essa ampliação também ocorre quando as pessoas fazem exercícios físicos ou riem bastante.

Um efeito similar também é observado com medicamentos como as estatinas e os inibidores de enzima de conversão da angiotensina (ECA). Quando os vasos se dilatam, o sangue flui mais facilmente e é menos provável a formação de coágulos, que causam infartos e derrames. Os vasos elásticos também resistem ao endurecimento provocado pela aterosclerose.

– Não estamos dizendo que as pessoas devam deixar de tomar estatinas ou que não se exercitem, mas que esta descoberta se some a um programa geral de saúde cardíaca – sugere Miller, que apresentou os resultados no encontro da Associação Americana do Coração, em Nova Orleans.

A equipe avaliou dez homens e mulheres saudáveis, que não fumavam, e lhes pediu que levassem sua música favorita. Os voluntários passaram meia hora ouvindo esta canção e outra meia hora escutando músicas que estimulavam a ansiedade, enquanto os pesquisadores realizavam exames de ultra-som para mostrar o funcionamento dos vasos sangüíneos.

Comparado com as medidas normais de base, o diâmetro aumentava 26% em média quando os voluntários ouviam sua música favorita. Ouvir músicas das quais não gostavam reduzia em 6% o calibre das artérias.

O autor diz que pensou nesta hipótese após realizar um estudo anterior que mostrava que o riso faz o sangue fluir melhor.

– Perguntei-me quais as outras coisas que nos fazem sentir realmente bem, além das calorias do chocolate, é claro. Ocorreu-me a música. Realmente, ela me faz sentir bem – explicou Miller, acrescentando que apesar de a maioria dos voluntários ter optado por música country, o estilo não é tão importante como o prazer que sente cada pessoa ao escutar suas canções favoritas.

4 novembro, 2008

Chutney de Manga

Posted in saúde às 9:39 am por Marcelo Guerra

Esta receita é da Dra. Daniela Boaventura, de BH.

Nutrologia :: Antroposofia :: Acupuntura

Dra. Daniela Boaventura de Moraes

Av. Bandeirantes 615  Sion – BH/MG

Tel: 31. 32235321

E-mail: dbmoraes@terra.com.br

Chutney de manga

Ingredientes

1 e ½ kg de mangas descascadas e bem picadas (não devem estar muito maduras)

250g de tomates picados (sem pele e sem sementes)

3 cebolas picadas

125g de uvas passas

125g de tâmaras picadas

3 dentes de alho picados

3 colheres de sopa de gengibre moído

¾ de xícara de açúcar mascavo

1 colher de sopa de mostarda

½ colher de chá de pimenta caiena

1 colher de sopa de curry em pó

4 xícaras de chá de vinagre

Modo de preparo

Coloque todos os ingredientes em uma panela e deixe chegar ao ponto de fervura, mexendo sempre.

Abaixe o fogo e cozinhe bem devagar, mexendo de vez em quando, durante aproximadamente 2 h ou até que a mistura fique dourada e espessa. Ponha o chutney em potes esterilizados.

Workshop de Ceia Vegetariana em BH

Posted in alimentação tagged , às 9:36 am por Marcelo Guerra